O litoral de São Paulo tem 31 praias impróprias para banho neste feriado da Independência do Brasil, segundo o boletim de balneabilidade divulgado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) nesta quinta-feira (3).
Do total de pontos classificados como impróprios, 15 estão no Litoral Norte e 16 no Litoral Sul.
A classificação é atualizada semanalmente com base em análises da qualidade da água realizadas pela Cetesb. O monitoramento é feito em 175 pontos do litoral paulista e serve como referência para moradores e turistas sobre as condições de banho.
Litoral Norte tem praias impróprias em cinco cidades
No Litoral Norte, os pontos classificados como impróprios estão distribuídos entre Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba.
Confira:
Caraguatatuba
Cocanha
Ilhabela
Portinho
Feiticeira
Grande
São Sebastião
Prainha
São Francisco
Arrastão
Pontal da Cruz
Porto Grande
Preta do Norte
Ubatuba
Itaguá — dois trechos
Enseada
Perequê-Mirim
Lázaro
Veja as praias impróprias no Litoral Sul
Outros 16 pontos com classificação imprópria estão distribuídos entre municípios do Litoral Sul e da Baixada Santista:
Cubatão
Rio Perequê
Guarujá
Perequê
Enseada — Estrada Pernambuco
Itanhaém
Pescadores
Mongaguá
Vera Cruz
Santa Eugênia
Praia Grande
Boqueirão
Santos
Ponta da Praia
Aparecida
Embaré
Boqueirão
Gonzaga
Pompeia
São Vicente
Milionários
Gonzaguinha
Prainha
Como a Cetesb avalia a qualidade da água
A balneabilidade das praias segue critérios definidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e adotados pela Cetesb desde 2001.
A avaliação considera análises microbiológicas de amostras de água coletadas durante cinco semanas consecutivas.
Entre os indicadores utilizados para verificar a presença de poluição fecal estão os coliformes termotolerantes, a bactéria Escherichia coli e os enterococos.
Nas águas marinhas, a praia é classificada como imprópria quando apresenta níveis de enterococos acima dos limites estabelecidos pela legislação.
A classificação também pode ocorrer por outros motivos, como derramamento de óleo, maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças de transmissão hídrica.
Por isso, antes de entrar no mar, a recomendação é consultar a classificação mais recente da Cetesb e observar as sinalizações instaladas nos locais monitorados.











